Fyre Festival - Hulu e Netflix brigam por quem tem o documentário com maior audiência sobre o fracas


Netflix e Hulu lançaram praticamente na mesma data seus respectivos documentários sobre o Fyre Festival, evento que foi vendido como o acontecimento cultural da década.

Evento de luxo nas Bahamas com ingresso até R$38 mil, teria iates, modelos e caça ou tesouro de U$ 1 milhão de dólares, mas virou um fiasco após mentiras e organização desastrosa.

Tudo começo quando o empreendedor Billy Macfarlen, criador do "Magnises", cartão preto de metal que pretendia oferecer privilégios e vantagens para ricos em boates e restaurantes, se juntou com o rapper Ja Rule para criar uma plataforma onde você poderia contratar qualquer artista sem o intermédio de um agente.

E ai que surgiu a ideia do Fyre Festival, um luxuosíssimo festival de música que aconteceria em dois finais de semana em Exuma, nas Bahamas, com shows de Blink-182, Major Lazer e Migos, para divulgar a plataforma da Fyre Media.

Os organizadores cancelaram o evento no último minuto por causa do mau planejamento, desorganização e falta de acomodações para os participantes. A maioria das principais atrações já havia desistido do festival dias antes, citando falta de pagamento.

O evento havia sido anunciado há meses nas redes sociais como uma experiência de luxo nas Bahamas, cheia de iates, comida gourmet e modelos, em bangalôs e vilas exclusivas, um festival dos sonhos.

A divulgação no Instagram mostrava top models como Bella Hadid, Emily Ratajkowski e o rapper Ja Rule em festas ao por do sol regadas a drinks e espumantes em uma ilha inabitada. O buzz começou com o post de US$ 250,00 feito pela modelo Kendal Jener, e o anúncio da banda Blink-182, que nunca havia realmente confirmado.

Mas depois que os ingressos que variavam de US$ 500 (R$ 1.600) a US$ 12 mil (R$ 38 mil), começaram a esgotar que alguns problemas pareceram.

Primeiro, algumas pessoas começaram a reclamar sobre a falta de informação em relação a voos, passagens e muitos acharam estranho o fato da divulgação ter se tornado apenas um loop das antigas imagens das modelos.

Claramente algo não estava certo, mas o público ainda não sabia o que se passava, e que Billy estava tendo problemas financeiros e não conseguia "tirar"mais dinheiro de seus investidores.

Mas o problema veio a tona quando os produtores do evento começaram a ligar para os participantes exigindo que colocassem dinheiro antecipado em suas pulseiras para consumo no festival.

Depois da chegada na ilha que a realidade ficou clara. Além transporte em ônibus escolares, que de deserta não tinha nada, pessoas reclamaram nas redes sociais das acomodações do festival, que foram chamadas de "desastrosa cidade de tendas" e comparadas a um "campo de refugiados".

Muitos pagantes disseram que as tendas tinham buracos que permitiam a entrada de água da chuva e, por isso, as camas estavam molhadas.

Depois de toda a confusão, o co-organizador do festival Billy McFarland se pronunciou no site do Fyre Festival e disse que quem comprou ingressos terá reembolso integral.

"Vamos trabalhar nos reembolsos nos próximos dias e entraremos em contato diretamente com os hóspedes com mais detalhes. Além disso, todos os hóspedes deste ano terão passes VIP gratuitos para o festival do ano que vem", sendo que agora Billy reponde a um processo de estelionato, fraude, entre outros a 6 anos de cadeia e enquanto estava na condicional já foi pego tentando em esquema de vendas de ingressos VIP's falsos.

Agora basta você escolher em qual plataforma vai querer conhecer essa história na integra.

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